Semana passada minha mãe conseguiu tirar o catéter. Isso após uma batalha muito grande. E ela tinha dois bons motivos para brigar tanto: estava com o catéter havia mais de 2 semanas - e o risco de contrair uma infecção aumentava a cada dia - e a passagem para Recife já estava comprada. Já tirou o catéter e já está em Recife. Com certeza já deve ter ido ver meu sobrinho mais velho que está na UTI de um hospital, porque os (is)responsáveis de uma clínica onde ele estava internado para um processo de desitoxicação, confundiram uma crise de apêndice supurado com uma crise de abstinência. I-na-cre-di-tá-vel! O garoto passou dois dias com fortes dores no abdômen até que eles resolvessem chamar a família para que pudéssemos interná-lo. Assim que chegou ao hospital, o médico do plantão que o atendeu mandou-o direto para a mesa de cirurgia. Ele perdeu a vesícula e todo o intestino grosso. Estavam necrosados. Dezessete dias em coma, nove dias entubado. Agora ele já está fora de perigo e dentro de alguins dias estará no quarto. Um fator foi decisivo para que ele continuasse vivo: ainda não era a hora de Deus chamá-lo. Doze horas antes de mamãe viajar para Recife, meu irmão liga e coloca o meu sobrinho para falar com ela.
Finalmente a novela "SAÚDE" terminou bem aqui em casa.
E eu posso, agora, voltar minha mente para os meus textos de Filosofia.
Ontem começou a I SEMANA DE FILOSOFIA na faculdade.
Depois eu posto o resultado.
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