Faz é tempo que não posto alguma coisa. Na verdade, tem tempo que não consigo nem entrar no blog. É que tem acontecido tanta coisa... Tem faculdade, preparação para concurso, ensaios do grupo, família, cachorro, grupo de teatro... ufa!
E por falar em cachorro... Num desses sábados da vida, fui levar o Toddy para fazer suas necessidades (é, porque ele não faz nem o número 2, nem o número 1 em casa. É uma coisa dele. Ninguém ensinou. Já veio assim de fábrica. rsrs). Na rua lateral à rua onde moro, deparamo-nos com uma schnauzer gigante, já conhecida nossa (ela é apaixonada pelo Toddy, mas ele morre de medo dela.) e um boxer (de proporções gigantescas), velho e castrado. Bem, até onde sei, essa raça é mansa. Velho e castrado, triplamente manso. Mas esqueceram de falar isso para o boxer. Ele, simplesmente, resolveu que o Toddy seria o seu "jantar" e atacou o meu "bebê". Foi um verdadeiro alvoroço. Toddy tentando fugir, eu tentando puxá-lo pela coleira para colocá-lo a salvo em meus braços e o bendito do boxer querendo abocanhá-lo. Deixe-me explicar um pequeno detalhe: perguntei à dona do boxer se ele era manso. Ela respondeu-me que ele era um pouco "de lua". Diante da resposta, eu resolvi sair de perto do bicho o mais rápido possível e expliquei-lhe que o Toddy tem medo de outros cachorros (isso incluía a schnauzer). Ela, então, disse que iria amarrar a guia dele ao redor da cintura dela, como assim o fez. Mas não deu nenhum nó, apenas passou a guia ao redor da cintura. Conclusão???? É óbvio que o boxer soltou-se com uma facilidade impressionante. Saldo dessa odisséia: Toddy não pode nem ver a Schnauzer que parte em disparada para o lado oposto ao dela, e o boxer, se eu não sou rápida, teria conseguido o seu intento. Toddy ficou com a marca de um dos dentes do outro cachorro no couro. Somente no dia seguinte eu fui perceber o machucado, que foi tratado e já está totalmente cicatrizado. Até agora eu não consigo atinar o que foi que deu na cachola do boxer. Uma grande parte desse episódio o Toddy já conseguiu superar, mas eu não. Tenho pavor quando vejo outro cachorro, maior que ele, na rua. Um dia ainda supero essa história toda.
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